08 junho, 2017

Bilhetagem eletrônica no Metrofor continua fora dos trilhos


Desde 2015,  catracas eletrônicas são usadas com bilhetes de papel
Bilhete de papel e bilhete eletrônico, que até duas semanas
só era usado na estação Chico da Silva


Antes mesmo de começar a funcionar em definitivo, a bilhetagem eletrônica no Metrô de Fortaleza (Metrofor), que custou milhões ao estado e é prometida desde 2015, já atrapalha a vida dos usuários do serviço.

Atualmente, mesmo havendo catracas eletrônicas em todas as estações, os bilhetes do Metrofor, que custam R$ 3,20, são confeccionados em papel e depositados em urnas que ficam ao lado das catracas. Na grande maioria das estações, o embarque funciona desta forma.

Conforme o site do Metrofor (http://www.metrofor.ce.gov.br/), somente na Linha Sul em 2016, foram transportadas 5,4 milhões de pessoas. O próprio serviço de som do metrô recomenda aos usuários que, para evitar filas e correrias na hora do embarque, adquiram os bilhetes previamente em maior quantidade. Faz sentido.


No entanto, ao tentar comprar mais de um bilhete de papel na estação São Benedito, uma das mais movimentadas no Centro de Fortaleza ou em outra estação da periferia, como a estação Aracapé, a resposta é a mesma: só pode comprar um ticket por vez porque estão mudando pra bilhete eletrônico.

Se perguntados quando haverá a mudança definitiva, a resposta dos bilheteiros também é a mesma: ninguém sabe. Não nos informaram.

Embora o Metrofor conte com murais nas estações, bem como com serviço de som e avisos luminosos nas estações e vagões, nenhum destes meio informa nada ao usuário sobre a mudança na bilhetagem. No site do metrô, também nada.

Resultado? Filas longas nos guichês nos horários de pico, correria nas escadas e plataformas, pessoas perdendo os trens e incerteza. Mais um de uma longa série de desrespeitos aos usuários que pagam caro e não têm um serviço de qualidade ou o mínimo de informações sobre o mesmo.

07 junho, 2017

Fortaleza desmazelada

O Centro de Fortaleza vive uma total situação de desmazelo, para não dizer desmantelo. Em poucos quarteirões, vê-se a situação de abandono das praças e vias. 

Na avenida Tristão Gonçalves, próximo a av. Duque de Caxias, um monturo com restos de móveis, papelão e outros, entulha a calçada.

Na mesma avenida, uma pessoa em situação de rua e sem o devido acompanhamento dos órgãos de ação social da Prefeitura, dorme em um sofá, em meio aos transeuntes.

 
Na rua Clarindo de Queiroz, entre a av. da Universidade e av. Tristão Gonçalves, oficinas de conserto de motos e autopeças tomam as calçadas e parte da via. Isto acontece há anos.

 
Já na rua 24 de Maio, lixo pelas calçadas com cara de que há muito não há coleta e buracos sendo entupidos com entulho pela população. Apesar das constantes denúncias na imprensa, fiscalização da Prefeitura inexiste.

É esta a Fortaleza que o prefeito Roberto Cláudio prometeu em campanha?

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