
Artigo publicado em 28/09/22. Também no Portal O PovoNão podemos dar chance ao genocida, que ocupa o cargo de presidente, a ter mais um mês de campanha, arrastando para um segundo turno a eleiçãoDomingo eu vou votar. E vou votar com a certeza de que não estamos vivendo uma eleição normal. Como escreveu Conrado Hübner, professor da USP, em artigo intitulado É voto de sobrevivência, não é voto útil: “A eleição presidencial de 2022 converteu-se numa eleição existencial. Se quiser provas, percorra as páginas do jornal de hoje, de ontem, de amanhã. Não se compara com qualquer eleição entre 1994 e 2014. Nem mesmo à eleição de 2018. Por nenhum critério relevante. Somente a indiferença ou a cegueira à espiral da violência...