Foi-se o tempo em que bastava ter um bom texto e um canudo para ser jornalista. Hoje, ter um bom texto continua sendo fundamental. Quando ao canudo nem tanto, apesar do corporativismo desesperado das entidades sindicais que, quando terminar a pendenga do diploma, ficarão sem ter como mobilizar a categoria, visto não tratarem de questões essenciais ligadas à comunicação e aos direitos sociais. Exemplo? Não se ouviu um pio da Fenaj nem de outras entidades que dizem representar os jornalistas sobre a censura na internet (SOPA, PIPA, ACTA, AI5 Digital...). As entidades também não questionam os profissionais que possuem canudo mas violam diariamente as normas éticas que elas mesmas apregoam em manuais e discursos. Quando à Fenaj questionou...