
Preso em casa não só pela pandemia, mas pela irresponsabilidade criminosa de Bolsonaro e cupinchas, que deixaram a desgraceira chegar aonde chegou, começo a pensar nos bares da vida. Os de ontem e os de hoje. E resolvo fazer esta croniqueta, pessoal e intransferível, para relembrar alguns dos locais embriagadores por onde passei.Como toda boa peregrinação etílica, esta segue ao léu e aos emboleos, sem ordem cronológica definida e nem hora certa pra acabar. Com certeza vou esquecer de muitos, aos quais prometo voltar para tomar mais uma(s).E antes um aviso: sou fã incondicional dos botecos do tipo copo sujo e do tira gosto “comeu morreu”. Assim, minhas escusas prévias aos paladares refinados e sensibilidades delicadas.Croa Grande - Barraca...