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18 janeiro, 2014

VPN pessoal gratuita, segura e fácil de instalar



Nestes tempos de espionagem global e vigilância  generalizada e quando o direito à privacidade vale menos que nada (principalmente em redes de comunicação), sempre é bom ter alternativas para navegar com segurança.
Felizmente ao mesmo tempo em que governos e corporações fomentam iniciativas como SOPA, ACTA e projetos de vigilância global como o PRISM, há também redes de atividades digitais preocupados em barrar estes absurdos.
Uma ótima iniciativa é o site https://prism-break.org/pt/, que traz alternativas baseadas em software livre que vão desde navegadores a sistemas operacionais com navegação e guarda de dados relativamente seguras (nada que diga respeito a segurança na internet é hoje 100%).
Através deste site encontrei o http://www.autistici.org/pt/index.html, que oferece alternativas de e-mail, blogs e até serviço de uma Rede Privada Virtual - VPN pessoal, tudo transparente e gratuito.
Existem muitos outros serviços de VPN gratuitos, mas o do site AUTISTICI impressiona pela facilidade de implementação e pela recomendação do site PRISM BREAK.
Basicamente você acessa o serviço, cria uma conta (já recebe um e-mail) e a partir daí pode solicitar outros serviços. No caso da VPN, você gera um certificado e já recebe o download de uma pasta com sua chave de acesso. Descompacte esta pasta e dê uma olhada nos arquivos, principalmente em  README.txt.
Se ainda não tem o Open VPN instalado, instale (nas distros Gnu-Linux baseadas em Debian, digite no terminal: “sudo apt-get install openvpn”). Após a instalação, vá para a pasta onde foi feito o duwnload. No Ubuntu, algo como “cd /home/usuário/Downloads/pasta_do Download” e depois ainda no terminal “sudo openvpn --config openvpn-sua chave”. Estas instruções estão no arquivo 
README.txt.
E pronto. Confira seu IP para ver se está funcionando e mantenha o terminal aberto enquanto estiver usando o serviço. Fique atento para as permissões de arquivo na pasta (principalmente para o arquivo  tlsauth.key e, se usa firewall, talvez seja preciso liberar o acesso. Testei no Ubuntu 13.10 e funciona muito bem.
Se puder fazer uma doação ao projeto AUTISTICI, tenho certeza que será bem-vinda.
No vídeo abaixo, porque é importante ter uma navegação com privacidade e neutralidade na rede.



Esta postagem também foi divulgada pelo site Dicas L e pelo Br Linux, aos quais sou grato.

12 dezembro, 2013

Fortaleza:Prefeitura deixa semáforos sem funcionar





Circula a informação de que a empresa NovaKoasin - terceirizada responsável pela manutenção dos semáforos de Fortaleza - suspendeu, desde as 12h de ontem (11/12/13), o serviço prestado ao órgão. O motivo seria atraso no pagamento. O trânsito de Fortaleza que já é caótico, vai piorar mais ainda.

Pelo menos em três cruzamentos da Avenida Treze de Maio, os semáforos estão inoperantes desde as 7h da manhã de hoje.  Os equipamentos localizados nas esquinas com as ruas Senador Pompeu, Marechal Deodoro e Barão do Rio Branco. Os semáforos ficam piscando a luz amarela ininterruptamente ou estão apagados.O vídeo acima foi gravado às 19h do dia 12/12/13.
Fortaleza possui aproximadamente 650 cruzamentos com semáforos. Quantos vão ficar em situação semelhante? Uma simples pane elétrica pode atrapalhar o funcionamento destes equipamentos.

Enquanto se espera a manutenção dos semáforos, são os agentes de trânsito da AMC que estão controlando o tráfego, mas se a quantidade de semáforos com problema aumentar, não vão dar conta.

É este o plano de mobilidade da Prefeitura com ações emergenciais? Como a Prefeitura deixa a cidade refém de uma única empresa? É esta a cidade que está prepara para a Copa do Mundo?

16 novembro, 2013

Site da Secretaria de Finanças do Município de Fortaleza (Sefin) é invadido


O site da Secretaria de Finanças do Município de Fortaleza (Sefin), foi invadido por crackers. A confirmação pode ser obtida no endereço http://www.sefin.fortaleza.ce.gov.br/x.txt.
O invasor está com acesso à pasta raiz do site (conseguiu fazer upload de arquivo de texto) e isto, além de representar grave falha de segurança, pode trazer riscos ao órgão, à empresas e pessoas que utilizam os serviços do site e que mantém dados no mesmo.

A informação da invasão foi divulgada inicialmente no site http://br.zone-h.org/archive/special=1, utilizado por crackers e defarces para divulgar invasões e, segundo o site, ocorre desde o dia 11 de novembro/13.(O endereço pode mudar a medida que novas invasões forem registradas).
A invasão foi noticiada pelo Blog do Eliomar (http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/site-diz-que-pagina-da-sefin-foi-invadida-por-cracker/comment-page-1/#comment-120616) e o jornalista Ebenezer Fontenele (Diário do Nordeste) tamkbém a registrou em seu twitter (https://twitter.com/ebnzr)
No início deste ano, escrevi artigo em aqui no blog sobre invasões em sites que usam o CMS Joomla (http://bitautonomo.blogspot.com.br/2013/02/onda-de-ataques-prejudicam-usuarios-do.html). Embora pareça que o site da Sefin não use Joomla, acho que há traços em comum na invasão.
O artigo repercutiu em portais nacionais que tratam sobre informática como o BR Linux (http://br-linux.org/2013/onda-de-ataques-contra-sites-com-versao-desatualizada-do-cms-joomla/), no blog Na Rede, do jornalista Ebenezer Fontenele, do Diário do Nordeste, (http://blogs.diariodonordeste.com.br/narede/sem-categoria/onda-de-ataques-atinge-paginas-da-ufc/) e também foi motivo de uma entrevista na TV O Povo, no programa Conectado (http://bitautonomo.blogspot.com.br/2013/02/nossa-participacao-no-quadro-tecnosfera.html ).
Em tempo: antes de divulgar com a imprensa, tentei contato telefônico com a Sefin para avisar sobre a invasão e deixei mensagem no twitter da instituição.

01 novembro, 2013

Dívida brasileira enriquece banqueiros e consome quase metade do orçamento da União

Sugiro a todos a leitura do artigo "Maria Lucia Fatorelli: Banqueiros capturaram o Estado brasileiro",  de Luiz Carlos Azenha, no blog "vi o mundo", onde se demonstra com números e dados o verdadeiro crime cometido pelo governo brasileiro e como os recursos públicos são utilizados para financiar bancos e corporações. Leia mais e veja que esta situação continua no orçamento 2014, clicando AQUI.

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